AMOR: REMÉDIO DE CURA?
Chega-me em minhas mãos, uma
história muito bonita que faz parte da literatura espírita, através do nosso
querido médium Divaldo Pereira Franco.
Sabemos, que em nossa vida, todos temos
situações que consideramos difíceis, como: a doença que bate à nossa porta, a
perda de um ente querido, o desânimo, a tristeza, e que alteram todas as
emoções da nossa alma.
Achamos que nada mais vale a pena
e que tudo está se perdendo. As pessoas estão, cada vez mais, agressivas
desalentadas, irradiando energias negativas de todos os lados, os meios de
comunicação estão aí mostrando mazelas do ódio, do crime, da insegurança, da
desconfiança.
E todos se tornam muito desanimados com tudo. Será que existe
alguma medicação para estes males? Será que ainda temos esperanças de ouvirmos
falas que nos levem a mandar embora todas estas situações desanimadoras? Então,
vamos à história?
“Dois homens estavam internados
numa clínica de saúde aguardando cirurgia. O leito do primeiro estava diante de
uma janela e o do segundo ficava encostado a uma parede. Em certos momentos, o
que estava perto da janela, olhava para fora e se maravilhava com o céu muito
azul, árvores verdes como esmeraldas, com frutos belos e coloridos.
Também,
falava que via pássaros contentes, brincando com seus ramos. Via crianças
correndo, na praça com suas mães muito felizes. E assim, todos os dias, ele
desenhava para seu companheiro de quarto, quadros de infinita beleza com muito
entusiasmo, o que o amigo ficava emocionado.
O tempo foi passando, e um dia o
paciente do lado da janela, retornou ao lar. Então, o paciente do outro lado do
quarto, pediu à enfermeira que o colocasse no leito perto da janela. Após
acomodado, o homem ansioso, olhou pela janela aberta a fim de contemplar o belo
jardim. Ficou decepcionado quando constatou que, à sua frente havia apenas um
muro alto e cinzento".
Vejam, o paciente, após meditar
por muito tempo sobre o comportamento daquele homem, não entendia o porquê de
ele enxergar um jardim onde só havia muralha; ver crianças felizes brincando na
praça. Como uma pessoa doente, cheia de dores físicas ainda compartilhava
paisagens de luz e beleza? Como ainda tinha ânimo para a alegria? Para a esperança?
Para a fé? A consolação?
Esta história, nos dá uma
verdadeira lição de vida. Ela nos mostra que devemos olhar o mundo, abrindo
janelas de amor, de bondade, de solidariedade, de esperanças e não deixando
lugar para estas mazelas que assolam o mundo.
Tenhamos sensibilidade para
afagar as pessoas que se acham desanimadas, torturadas pelo desespero,
entristecidas pela doença, desencantadas pelas tribulações que ora estão
enfrentando. Que tal mudarmos o rumo de tudo isto?
Vamos trocar a hostilidade com
que geralmente tratamos as pessoas, pela gentileza: vamos destravar a nossa
cara amarrada, sorrir mais, expor uma palavra de apoio a quem precisa, e que
este sentimento seja um remédio para o corpo e para a alma, curando quem ama e
quem é amado.
Lembremos que o amor é a energia mais poderosa do mundo. Não
esqueçamos que o amor que damos aos outros é o amor que voltará correndo para
nós.
Pedimos o remédio? Ele está à
nossa disposição. Não custa nada, é só abrirmos o nosso coração para a
retribuição do amor. COM AMOR VENCEMOS O MUNDO!
Aos queridos leitores e amigos que
todos os dias conquistamos, o meu carinho e até terça-feira.
PRESENÇA ESPÍRITA
Maria Loní Madrid





