quarta-feira, 26 de setembro de 2018

PRESENÇA ESPÍRITA 2018-09-25 - Amor: remédio de cura?


AMOR: REMÉDIO DE CURA?

Chega-me em minhas mãos, uma história muito bonita que faz parte da literatura espírita, através do nosso querido médium Divaldo Pereira Franco. 

Sabemos, que em nossa vida, todos temos situações que consideramos difíceis, como: a doença que bate à nossa porta, a perda de um ente querido, o desânimo, a tristeza, e que alteram todas as emoções da nossa alma.

Achamos que nada mais vale a pena e que tudo está se perdendo. As pessoas estão, cada vez mais, agressivas desalentadas, irradiando energias negativas de todos os lados, os meios de comunicação estão aí mostrando mazelas do ódio, do crime, da insegurança, da desconfiança. 

E todos se tornam muito desanimados com tudo. Será que existe alguma medicação para estes males? Será que ainda temos esperanças de ouvirmos falas que nos levem a mandar embora todas estas situações desanimadoras? Então, vamos à história?

“Dois homens estavam internados numa clínica de saúde aguardando cirurgia. O leito do primeiro estava diante de uma janela e o do segundo ficava encostado a uma parede. Em certos momentos, o que estava perto da janela, olhava para fora e se maravilhava com o céu muito azul, árvores verdes como esmeraldas, com frutos belos e coloridos. 

Também, falava que via pássaros contentes, brincando com seus ramos. Via crianças correndo, na praça com suas mães muito felizes. E assim, todos os dias, ele desenhava para seu companheiro de quarto, quadros de infinita beleza com muito entusiasmo, o que o amigo ficava emocionado. 

O tempo foi passando, e um dia o paciente do lado da janela, retornou ao lar. Então, o paciente do outro lado do quarto, pediu à enfermeira que o colocasse no leito perto da janela. Após acomodado, o homem ansioso, olhou pela janela aberta a fim de contemplar o belo jardim. Ficou decepcionado quando constatou que, à sua frente havia apenas um muro alto e cinzento".

Vejam, o paciente, após meditar por muito tempo sobre o comportamento daquele homem, não entendia o porquê de ele enxergar um jardim onde só havia muralha; ver crianças felizes brincando na praça. Como uma pessoa doente, cheia de dores físicas ainda compartilhava paisagens de luz e beleza? Como ainda tinha ânimo para a alegria? Para a esperança? Para a fé? A consolação?

Esta história, nos dá uma verdadeira lição de vida. Ela nos mostra que devemos olhar o mundo, abrindo janelas de amor, de bondade, de solidariedade, de esperanças e não deixando lugar para estas mazelas que assolam o mundo. 

Tenhamos sensibilidade para afagar as pessoas que se acham desanimadas, torturadas pelo desespero, entristecidas pela doença, desencantadas pelas tribulações que ora estão enfrentando. Que tal mudarmos o rumo de tudo isto?

Vamos trocar a hostilidade com que geralmente tratamos as pessoas, pela gentileza: vamos destravar a nossa cara amarrada, sorrir mais, expor uma palavra de apoio a quem precisa, e que este sentimento seja um remédio para o corpo e para a alma, curando quem ama e quem é amado. 

Lembremos que o amor é a energia mais poderosa do mundo. Não esqueçamos que o amor que damos aos outros é o amor que voltará correndo para nós.

Pedimos o remédio? Ele está à nossa disposição. Não custa nada, é só abrirmos o nosso coração para a retribuição do amor. COM AMOR VENCEMOS O MUNDO!

Aos queridos leitores e amigos que todos os dias conquistamos, o meu carinho e até terça-feira.

PRESENÇA ESPÍRITA
Maria Loní Madrid

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