quarta-feira, 31 de outubro de 2018

PRESENÇA ESPÍRITA 2018-10-30 - Vamos abrir nosso coração?

VAMOS ABRIR O NOSSO CORAÇÃO?

Temos lido muitas obras do querido médium espírita Divaldo Pereira Franco, a quem tivemos o privilégio do diálogo pessoal e realizarmos duas entrevistas, quando aqui aportou. Nestas leituras, chamou-me a atenção quando ele aborda o assunto da renovação moral, isto é, especificamente, no que tange ao conflito conjugal em que as famílias estão enfrentando nos dias de hoje. 

E ele, cita a pergunta 685, letra A, de O Livro dos Espíritos, que fala a respeito do dever dos filhos em relação aos pais idosos, no momento em que suas forças se debilitam, e os pais se sentem numa situação deplorável. 

Os exemplos estão aí todos os dias, é só ver TV, ler a coluna policial... E Kardec afirma que não se trata da educação formal, através dos livros, mas a educação moral, aquela que tem a ver com os nossos valores de natureza ética, porque a educação é o maior inimigo da crueldade e do materialismo. 

E como impedir a presença dos conflitos conjugais? “Mantendo uma postura espiritual, vivendo religiosamente, abraçando o amor como sendo a nossa âncora de salvação. Quando a união se alicerça na espiritualidade, os cônjuges podem dialogar com tranquilidade, desculpar-se um perante o outro, falar de suas dificuldades, explicar os problemas que os atormentam, as necessidades interiores que lhes caracterizam a alma, abrir o coração. 

Não se trata dessas confissões vulgares em que a pessoa pede perdão, arrepende-se e volta a repetir o mesmo erro, o mesmo engano, mas sim de uma atitude positiva de solidariedade, de respeito, de comunhão, de alta consideração. 

Só no momento em que a ternura toma conta da criatura é que o amor se expressa e pode haver uma coabitação afetiva.” E Divaldo continua com a sua sabedoria discorrendo sobre o tema: “Há, no indivíduo, a necessidade de conjugar seu sentimento com outrem, de fundir-se no outro, e naturalmente a carícia, a ternura e o amor verdadeiro fazem com que a família esteja perfeitamente estruturada. 

E Divaldo, encerra dizendo: “Os dedos das mãos nasceram na mesma hora, mas são diferentes, para poder ajustar-se no ato de pegar. Nós somos diferentes uns dos outros, mas que as nossas diferenças sirvam para nos ajudar na verdadeira união.”

Queridos leitores e leitoras, reflitamos sobre o assunto e prestemos um pouco mais de atenção nos afetos que estão ao nosso lado. Pensemos com carinho.

Chico Xavier, recomenda: “Não sacrifique a paz do lar com discussões e conflitos, a pretexto de honorificar essa ou aquela causa da Humanidade, porque a dignidade de qualquer causa da Humanidade começa no reduto doméstico.”

Deixo o meu carinho aos leitores e até terça-feira, com muita paz!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagens recentes