Na semana que passou tivemos um
bate papo com um jovem pai de um casal de filhos, e entre uma conversa e outra,
ele nos contava que nunca tinha tido um dia dos pais tão lindo como este que
passou. Dizia ele, estar divorciado e que há algum tempo não os via, e chegando
lá, o mais velho lhe convidou para irem à missa.
Ficou surpreendido com o
convite, mas foram. “Eu jamais imaginei que meu filho gostasse tanto de missa.
Saímos felizes. Aquele momento marcou no meu coração.”
As recomendações que ouvimos
seguidamente, é não deixarmos para amanhã o que nos compete na educação dos
filhos. É por esta razão que antes de tudo, eles são um espírito, dotado de
emoções e sentimento que vão responder nas escolhas que fizerem na vida. A
aproximação física, a vivência no mesmo teto não quer dizer que eles têm tudo.
Não, sem amor e sem o envolvimento afetivo entre pais e filhos, jamais haverá
aquele respeito, aquele carinho, aquela proteção que os filhos esperam de seus
pais. Não basta dar-lhes todo o que é material e mimos exagerados, o que os
pais precisam é encontrar a dose certa entre o amor e firmeza nos cuidados.
Repreendê-los e corrigi-los sem violência física e moral, fazendo-os compreender
as razões pelas quais estão sendo orientados, fazendo-os entender que o
respeito está acima do medo. É assim que sabemos o que se passa na alma de
nossos filhos, e o que ele pensa, sempre num clima de respeito e confiança.
Ouvi-los, significa importar-se com eles e isso é uma prova de amor.
Diante de toda esta compreensão,
não podemos esquecer que o professor ensina e os pais educam. Não vamos
transferir aos nossos queridos professores a responsabilidade que, precisa e
deve vir de casa. A escola pode transmitir sábias instruções mas é dentro do
lar que os filhos são verdadeiramente educados.
Nosso orador e médium espírita
Divaldo Pereira Franco, reforça: “A tarefa da educação e, sobretudo, de
iluminação de consciência, favorecendo a vivência dos nossos conhecimentos no
cotidiano, discernindo o que podemos e devemos fazer, daquilo que podemos, mas
não devemos fazer. Quando vivenciamos aquilo que transmitimos, nossos ensinamentos,
quais sementes de luz, farão germinar frutos para a vida eterna, garantindo
alimentos para as gerações futuras”.
Temos aqui uma profunda reflexão
de como sermos pais melhores, não nos esquecendo sempre que nossos filhos são
espíritos, e que nos escolheram para sermos seus pais. Portanto, que façamos a
nossa tarefa sempre voltados com pensamentos elevado, e acreditando da
responsabilidade que nos foi oferecida por DEUS.
Aos queridos leitores e amigos,
deixo meu carinho.
PRESENÇA ESPÍRITA
Maria Loní Madrid


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