POR QUE O SILÊNCIO VALE OURO?
JESUS nos ensinou: “Ouvi e
entendei, não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da
boca, isto sim contamina o homem.” (Mateus)
Todos nós, que somos cristãos, crescemos
ouvindo dos nossos genitores que sempre tivéssemos cuidado com o destempero de
nossas palavras. Uma palavra, uma frase pronunciada com ressentimento pode,
neste minuto, destruir muita coisa boa, como: a amizade, o coleguismo no
trabalho, na vizinhança, no trânsito... Enfim, temos que pensar duas ou mais
vezes antes de falarmos.
Uma palavra desiquilibrada pode provocar tragédias e
desta aumenta o descontrole do ser humano, que vai levá-lo a um buraco
terrível. A mídia está aí a nos mostrar, todos os dias, o destempero das
pessoas, com verdadeiros desencontros ocasionados pela falta de paciência, de
tolerância, e principalmente, de respeito.
Sabemos que todos somos imperfeitos
e todos somos chegados a ressentimentos, aborrecimentos, mas de nada adiantará
se não tivermos prudência, e bom senso a estas desarmonias. A recomendação dos
nossos amigos espirituais é sabermos silenciar diante do desiquilíbrio, isto
revela sabedoria, raciocínio rápido, para não chegarmos mais tarde ao
arrependimento.
Nosso querido Chico Xavier, nos aconselha:
quando o desentendimento e o desiquilíbrio se aproximar de ti, beba um pouco de
água , mas não engula, deixe-a na boca diante do adversário agressivo, em vez
do revide, conserve a água na boca.
Querido (a) irmão (ã), diante dos
revides de irmãos que nos magoam, nos ferem, lancemos a mão do silêncio e
tenhamos uma certeza: esta é uma força que muito poucos sabem usar. Dispomos de
dois ouvidos e apenas uma boca, significa que devemos ouvir mais e falar menos.
Lembremos sempre que o estado de contrariedade em relação a falta de paciência
nos traz sofrimentos e dores. Num mundo difícil como o que nos encontramos, é
importante estabelecermos a paz e a cordialidade por meio do bom senso.
O
destempero emocional do ser humano pode levá-lo a lugares sem volta, por isso,
a recomendação: se o abuso das palavras chegarem até nós, contemos os numerais
com paciência, até que o abusador desvaneça e fique falando sozinho, enquanto a
nossa mente vai se libertando do revide.
Lembremos sempre que o silêncio
para o “nervosinho” é covardia, mas para o comedido é remédio. Ele chega sempre
bem e na hora certa. Confiemos sempre no bom senso e na segurança que temos
dentro de nós, porque o resto É SILÊNCIO!
PRESENÇA ESPÍRITA
Maria Loní Madrid


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