quarta-feira, 8 de maio de 2019

PRESENÇA ESPÍRITA 2019-05-07 - Com certeza seremos o idoso de amanhã!


COM CERTEZA SEREMOS O IDOSO DE AMANHÃ!

Quando falamos em educação em família, pensamos no ângulo de que pais possuem a  responsabilidade de cuidar, assistir e amparar seus filhos. Mas é necessário ver também outra questão inversa: a obrigação de os filhos cuidarem, assistirem e ampararem os pais.

Sabemos que são os nossos pais que nos orientam para a caminhada da vida, mas a sociedade materialista que vivemos nos mostra que mais tarde são visto como estorvo. 

Muitos filhos encaram seus idosos como obstáculos e com isto, vemos hoje, um grande número de idosos em asilos, exceto alguns casos de necessidade, e que estes abandonados pela família são “depositados”, para lá serem cuidados.

Muitos não imaginam o triste destino que os aguarda nesta e noutras vidas, para que a dor, como recurso educativo, lhe ensine o valor da gratidão de filho. Quando falamos em dar assistência aos pais, temos exemplos deploráveis de filhos que abandonam  sua mãe, por motivos fúteis, herança..., cuidados por estranhos. 

É o que vemos todos os dias. Pessoas que chegam à Casa Espírita, desesperadas buscando um consolo, por tamanho comportamento. E o que dizer? O mais importante é termos a nossa consciência tranquila, se devemos ter caridade para com o próximo, esquecendo o mal, sendo indulgentes, perdoando, compreendendo, auxiliando: Allan Kardec, reforça: “quão maiores não há de ser essas obrigações, em se tratando de filhos para com os pais. Todo procedimento condenável em relação aos estranhos, mais condenável se torna para com os pais.”

O procedimento dos filhos com os pais tem de ser dentro dos preceitos de Cristo em relação ao próximo. Juntarmos amor e respeito, estima, obediência, assisti-los em suas necessidades, proporcionar-lhes repouso na velhice, cercá-los de solicitude, e muito mais... Sigamos as recomendações do nosso querido Chico Xavier: “Nunca desestime a importância dos outros".

Frequentemente só pensamos na crítica com que os outros nos possam alvejar, esquecendo-nos de que é igualmente dos outros que recebemos a força de viver. Pense nos outros, não em termos de angelitude ou perversidade, mas na condição de seres humanos com necessidades e sonhos, problemas e lutas semelhantes aos seus”. Pensemos seriamente  nesta reflexão, já que estamos na data comemorativa às mães.

Aos queridos leitores e amigos deixo o meu carinho, e um abraço fraterno aos vovôs e vovós das nossas casas de repouso. Muita paz!


PRESENÇA ESPÍRITA
Maria Loní Madrid

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagens recentes