quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

PRESENÇA ESPÍRITA 2019-01-08 - Mortes coletivas: por que acontece?

MORTES COLETIVAS: POR QUE ACONTECE?

A propósito estamos vivendo em nosso País um momento de muita consternação, com a queda da barragem da cidade de Brumadinho, MG, onde todos fomos surpreendidos com esta fatalidade e o assunto se propaga em todas as classes e mídia. 

O ser humano impressionado com o ocorrido busca explicações para tamanha destruição. Muitas, nos chegam as perguntas sobre o que a Doutrina Espírita tem a dizer sobre o fato, como: Qual seria o propósito de Deus nessas mortes coletivas?

Buscando a literatura, através do médium orador espírita, Divaldo Pereira Franco, ele nos diz que “em o Livro dos Espíritos, na  Lei de Destruição, o codificador Allan Kardec, faz uma análise dessas tragédias coletivas e interroga aos benfeitores da humanidade sobre a pretensão da divindade com essas desencarnações coletivas, e com surpresa, os benfeitores disseram que era para fazer a sociedade progredir. O comentário é vasto. 

A Lei de Causa e Efeito nos mostra que somente nos acontece aquilo que temos necessidade para evoluir. São os parâmetros, não somente dos resgates coletivos como também das técnicas que induzem os indivíduos a esses resgates calamitosos”.

Diga-se que tudo está dentro da programação evolutiva de cada indivíduo. São resgates de vidas passadas. Deus nos deu o esquecimento. Sabemos o que somos hoje, mas o ontem, não o sabemos. Todas aquelas pessoas que formaram o coletivo já fizeram parte de vidas passadas. 

A Divindade permite que ocorra esta programação. Quanto ao atendimento no Plano Espiritual, grande número de benfeitores amorosos se encarregam de atender o que são as atuais vítimas no seu processo de libertação. Todos são socorridos. 

Existem equipes médico-hospitalar que rapidamente os socorrem. É virtual. É sabido, também, que no mundo espiritual um bom número se perturba, porque não está  preparado para a grande viagem. 

Há um choque emocional muito grande, lembranças dos familiares, projetos em elaboração, e por fim, o desespero pelo não feito, pelo desejo do que gostaria de fazer. 

Eis porque vale a pena estarmos com a bagagem arrumada em todos os momentos da nossa vida. Consciência tranquila e rumos à nossa evolução espiritual. 

Para as famílias e amigos que estão vinculados aos que partiram nesta inesperada viagem, recomendamos que lembrem sempre dos momentos felizes, fazendo todo o bem possível em suas memórias e jamais evocando o momento trágico do desespero, mas da convivência ditosa da vida.

Amigos leitores, é importante o conhecimento da Doutrina Espírita, pois o esclarecimento que ela nos oferta propicia uma nova visão sobre a vida, fornecendo-nos oportunidade de reflexão, mudança de hábitos negativos e regramentos morais que sempre serão oportunos no momento do retorno à Pátria Espiritual.

Deixo o meu carinho com muita paz e orações. Até terça-feira.

PRESENÇA ESPÍRITA
Maria Loní Madrid

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

PRESENÇA ESPÍRITA 2017-10-10 - Mortes coletivas, por quê?

MORTES COLETIVAS, POR QUÊ?

Recebemos de alguns leitores, sugestão para que enfocássemos a visão espírita, no que tange ao ocorrido em Minas Gerais, sobre a tragédia do incêndio da creche, no qual ocasionou no desencarne de muitas crianças.

Allan Kardec em “O Livro dos Espíritos”, na terceira parte que fala sobre a “ Lei de destruição”, após interrogação aos benfeitores da humanidade sobre o que pretende a divindade com estas mortes coletivas, com surpresa, eles disseram que era para fazer a sociedade progredir, além deste tipo de desencarnação, também aqueles que acontecem através de fenômenos naturais, e Kardec, também questiona que entre uma ocorrência a outra, muitos inocentes são vítimas de tais desastres, e os benfeitores respondem que tudo acontece através de códigos das leis soberanas, e neste caso, a “Lei de Causa e Efeito”, estabelece parâmetros dos resgates coletivos que já estão na programação evolutiva do ser humano. 

Na tragédia  ocorrida na creche, houve uma pré-programação da Divindade, já que todas aquelas vítimas estavam vinculadas entre si para que isso ocorresse. Todos somos surpreendidos e apavorados com tamanha insensatez, mas no plano espiritual o atendimento, também é coletivo, pois grande número de benfeitores se encarregam de fazer o atendimento, Todos são atendidos com médicos, enfermeiros e ambulâncias.

Nosso médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco, em certa ocasião foi indagado, para que explicasse o porquê de uma criança que morre de forma trágica nasce predestinada a morrer desta forma. 

Ele, responde: “Não há uma destinação para o fatalismo negativo. Uma criança que é vítima de situações deploráveis, pela imprudência ou perversidade, pela alucinação humana ou pelos fatores hoje existentes na Terra, não estava programada para morrer dessa forma, porque essa fatalidade anularia a lei do livre-arbítrio. Desencarnar é uma fatalidade, mas isso ocorrerá de maneira compatível com o mérito ou débito que traga de existências passadas. Se é um débito muito forte, as circunstâncias naturalmente se apresentarão dolorosas, lamentáveis e chocantes, se é de menor importância, a sua desencarnação será suave e sem traumas.” 

E Divaldo, acrescenta: Quando a criança chega ao mundo espiritual, ela é recebida carinhosamente. Espíritos generosos que lhe programaram a reencarnação recebem-na e na conduzem a verdadeiros educandários, por falta de uma outra palavra, que são colônias onde se vão desenvolvendo, como se estivessem na Terra.”

Depois desta consolação, o que precisamos fazer? Orar e orar por todas aquelas crianças, adultos, familiares ... A VIDA CONTINUA!

Aos queridos amigos e leitores, deixo o meu carinho, esperando que tenhamos respondido a sugestão. Até terça-feira.

PRESENÇA ESPÍRITA

Maria Loní Madrid

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