quarta-feira, 11 de outubro de 2017

PRESENÇA ESPÍRITA 2017-10-10 - Mortes coletivas, por quê?

MORTES COLETIVAS, POR QUÊ?

Recebemos de alguns leitores, sugestão para que enfocássemos a visão espírita, no que tange ao ocorrido em Minas Gerais, sobre a tragédia do incêndio da creche, no qual ocasionou no desencarne de muitas crianças.

Allan Kardec em “O Livro dos Espíritos”, na terceira parte que fala sobre a “ Lei de destruição”, após interrogação aos benfeitores da humanidade sobre o que pretende a divindade com estas mortes coletivas, com surpresa, eles disseram que era para fazer a sociedade progredir, além deste tipo de desencarnação, também aqueles que acontecem através de fenômenos naturais, e Kardec, também questiona que entre uma ocorrência a outra, muitos inocentes são vítimas de tais desastres, e os benfeitores respondem que tudo acontece através de códigos das leis soberanas, e neste caso, a “Lei de Causa e Efeito”, estabelece parâmetros dos resgates coletivos que já estão na programação evolutiva do ser humano. 

Na tragédia  ocorrida na creche, houve uma pré-programação da Divindade, já que todas aquelas vítimas estavam vinculadas entre si para que isso ocorresse. Todos somos surpreendidos e apavorados com tamanha insensatez, mas no plano espiritual o atendimento, também é coletivo, pois grande número de benfeitores se encarregam de fazer o atendimento, Todos são atendidos com médicos, enfermeiros e ambulâncias.

Nosso médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco, em certa ocasião foi indagado, para que explicasse o porquê de uma criança que morre de forma trágica nasce predestinada a morrer desta forma. 

Ele, responde: “Não há uma destinação para o fatalismo negativo. Uma criança que é vítima de situações deploráveis, pela imprudência ou perversidade, pela alucinação humana ou pelos fatores hoje existentes na Terra, não estava programada para morrer dessa forma, porque essa fatalidade anularia a lei do livre-arbítrio. Desencarnar é uma fatalidade, mas isso ocorrerá de maneira compatível com o mérito ou débito que traga de existências passadas. Se é um débito muito forte, as circunstâncias naturalmente se apresentarão dolorosas, lamentáveis e chocantes, se é de menor importância, a sua desencarnação será suave e sem traumas.” 

E Divaldo, acrescenta: Quando a criança chega ao mundo espiritual, ela é recebida carinhosamente. Espíritos generosos que lhe programaram a reencarnação recebem-na e na conduzem a verdadeiros educandários, por falta de uma outra palavra, que são colônias onde se vão desenvolvendo, como se estivessem na Terra.”

Depois desta consolação, o que precisamos fazer? Orar e orar por todas aquelas crianças, adultos, familiares ... A VIDA CONTINUA!

Aos queridos amigos e leitores, deixo o meu carinho, esperando que tenhamos respondido a sugestão. Até terça-feira.

PRESENÇA ESPÍRITA

Maria Loní Madrid

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