MORTES COLETIVAS, POR QUÊ?
Recebemos de alguns leitores,
sugestão para que enfocássemos a visão espírita, no que tange ao ocorrido em
Minas Gerais, sobre a tragédia do incêndio da creche, no qual ocasionou no
desencarne de muitas crianças.
Allan Kardec em “O Livro dos
Espíritos”, na terceira parte que fala sobre a “ Lei de destruição”, após
interrogação aos benfeitores da humanidade sobre o que pretende a divindade com
estas mortes coletivas, com surpresa, eles disseram que era para fazer a
sociedade progredir, além deste tipo de desencarnação, também aqueles que
acontecem através de fenômenos naturais, e Kardec, também questiona que entre
uma ocorrência a outra, muitos inocentes são vítimas de tais desastres, e os
benfeitores respondem que tudo acontece através de códigos das leis soberanas,
e neste caso, a “Lei de Causa e Efeito”, estabelece parâmetros dos resgates
coletivos que já estão na programação evolutiva do ser humano.
Na tragédia ocorrida na creche, houve uma pré-programação
da Divindade, já que todas aquelas vítimas estavam vinculadas entre si para que
isso ocorresse. Todos somos surpreendidos e apavorados com tamanha insensatez,
mas no plano espiritual o atendimento, também é coletivo, pois grande número de
benfeitores se encarregam de fazer o atendimento, Todos são atendidos com
médicos, enfermeiros e ambulâncias.
Nosso médium e orador espírita
Divaldo Pereira Franco, em certa ocasião foi indagado, para que explicasse o
porquê de uma criança que morre de forma trágica nasce predestinada a morrer
desta forma.
Ele, responde: “Não há uma destinação para o fatalismo negativo.
Uma criança que é vítima de situações deploráveis, pela imprudência ou
perversidade, pela alucinação humana ou pelos fatores hoje existentes na Terra,
não estava programada para morrer dessa forma, porque essa fatalidade anularia
a lei do livre-arbítrio. Desencarnar é uma fatalidade, mas isso ocorrerá de
maneira compatível com o mérito ou débito que traga de existências passadas. Se
é um débito muito forte, as circunstâncias naturalmente se apresentarão
dolorosas, lamentáveis e chocantes, se é de menor importância, a sua
desencarnação será suave e sem traumas.”
E Divaldo, acrescenta: Quando a
criança chega ao mundo espiritual, ela é recebida carinhosamente. Espíritos
generosos que lhe programaram a reencarnação recebem-na e na conduzem a
verdadeiros educandários, por falta de uma outra palavra, que são colônias onde
se vão desenvolvendo, como se estivessem na Terra.”
Depois desta consolação, o que
precisamos fazer? Orar e orar por todas aquelas crianças, adultos, familiares
... A VIDA CONTINUA!
Aos queridos amigos e leitores, deixo o meu carinho, esperando que tenhamos respondido a sugestão. Até terça-feira.
PRESENÇA ESPÍRITA
Maria Loní Madrid


Nenhum comentário:
Postar um comentário