SOMOS RESPONSÁVEIS PELOS NOSSOS
ATOS?
Na semana que passou recebemos um
E-mail de um leitor que nos solicita uma abordagem a respeito da tatuagem, pois
o mesmo, faz esta prática e tem curiosidades sobre o assunto, já que alguns
conhecidos teceram críticas muito pesadas, deixando-lhe apreensivo, e como ele
é um leitor desta coluna, solicitou-nos que déssemos alguma explicação na visão
da Doutrina Espírita.
Ele quer saber se, quando desencarnarmos a tatuagem
causará algum prejuízo ao períspirito ou se quando reencarnarmos poderemos
nascer com problemas de pele.
Sabemos que vivemos em estágios
neste plano. Se tatuarmos o corpo físico nada de mal vai acontecer, pois na
realidade, marcamos negativamente nosso espírito com nossos atos e pensamentos.
Boas ações, nos trazem harmonia; atitudes maldosas nos fazem mal, causando
doenças e desiquilíbrios espirituais. São as nossas atitudes diante da vida e
do próximo que vão nortear o nosso espírito.
A nossa vida terrena deve servir
para o nosso aperfeiçoamento moral. O que realmente devemos melhorar é
vencermos o egoísmo que é uma chaga que atinge a todos, e para tal porque não
seguirmos o exemplo do Mestre Jesus que é todo amor e caridade.
Depois da morte do corpo físico,
vamos retornar ao mundo dos espíritos, não perderemos nossa individualidade,
nem a aparência que tivemos na última encarnação que deixamos para trás, doce
ou amarga, de acordo com os nossos atos.
A vida do corpo físico é transitória,
mas a do espírito é eterna. A tatuagem é apenas uma marca passageira que
deixamos no corpo físico, mas que aponta alguma coisa sobre a personalidade da
pessoa.
A pessoa que se submete a este modismo deve refletir bem antes desta
intervenção, pois como dissemos, trata-se de um modismo e tudo passa e pode-se
chegar ao arrependimento.
Portanto, somos donos do nosso
aparelho e dele temos obrigação de cuidá-lo com carinho e respeito.
PRESENÇA ESPÍRITA
Texto: Maria
Loní Madrid

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